O que significa quando uma citação da PeptiScience aponta para um protocolo comunitário em vez de um estudo publicado — e por que rotulamos isso de forma explícita.
Fontes comunitárias são protocolos, faixas de dose, frequências e linhas do tempo relatados por usuários e comunidades de pesquisa — fóruns, registros de protocolos e agregadores — e não literatura científica revisada por pares.
Para vários peptídeos de pesquisa, esses relatos são a única fonte de prática existente: não há posologia humana estabelecida em estudos clínicos. Omitir esse contexto tornaria o conteúdo menos útil; apresentá-lo como ciência o tornaria desonesto. Esta página documenta o meio-termo que adotamos.
A evidência clínica sempre lidera. O sinal comunitário é sempre secundário: aparece como uma referência distinta, explicitamente rotulada como relatado pela comunidade, atribuída à sua base quando exibida, e nunca é conflado com — nem apresentado como — certeza clínica.
Quando a evidência clínica e a prática comunitária divergem, a evidência clínica prevalece no texto.
Nenhum número sem procedência: toda dose ou janela de tempo publicada rastreia até a literatura ou até um protocolo comunitário claramente atribuído. Onde nenhuma das duas existe, o campo fica qualitativo, marcado como n/d ou como “Sem dosagem humana estabelecida”.
Nos artigos, uma referência de origem comunitária é listada na seção de fontes sob o rótulo “Fontes comunitárias”, com a marcação “referência atribuída, não validada clinicamente”, e o link aponta para esta página — não para um estudo. É a forma de dizer, na própria citação, que aquele dado tem procedência rastreável mas não passou por validação clínica.
Uma citação comunitária não é validação clínica, não é recomendação de uso e não é prescrição. Protocolos relatados pela comunidade não passaram por ensaios controlados: eficácia, segurança e dose não estão estabelecidas.
Qualquer decisão de uso pertence a um profissional de saúde habilitado, no contexto de uma prescrição.