Ipamorelin

Também conhecido como NNC 26-0161

Peptídeo seletivo liberador de GH (GHRP), com dados humanos de segurança limitados e eficácia majoritariamente pré-clínica ou relatada pela comunidade.

A ipamorelina é descrita na literatura como um dos peptídeos liberadores de GH (GHRPs) mais seletivos: em estudos pré-clínicos (ratos e suínos) libera GH por meio do receptor de grelina (GHS-R1a) sem elevar ACTH nem cortisol, mesmo em doses acima de 200× a ED50 para GH (Raun 1998). Essa seletividade descreve especificamente ACTH/cortisol — no mesmo estudo, nenhum secretagogo testado (incluindo o GHRP-6) alterou a prolactina.

Evidência: Baixa
Em revisão
Compilado por Equipe PeptiScience · Atualizado em 12 de julho de 2026

Resumo

  • Ipamorelina — secretagogo de GH seletivo (GHS-R1a).
  • Seletividade ACTH/cortisol demonstrada em modelos animais (Raun 1998); o único RCT humano de eficácia (íleo pós-operatório) não atingiu o desfecho primário (Beck 2014).
  • Protocolo de dosagem majoritariamente relatado pela comunidade; sem RCT humano de composição corporal.

Resumo educacional da literatura publicada. Não constitui recomendação de uso.

Classe
Secretagogo de GH
Objetivo
Ganho muscularSono

Protocolo — referência rápida

Dosagem
Hormônio do crescimento / Perda de gordura
300 mcg por aplicação · 5 dias com, 2 dias sem

+3 protocolo(s) por objetivo — ver Dosagem detalhada.

Administração
Via
Subcutânea
Cadência
5 dias de uso, 2 dias de intervalo
Horário
AM e/ou PM
Ciclo
Uso
8 semanas com
Pausa
8 semanas sem

Faixas descritas na literatura de pesquisa. Não é prescrição — consulte um profissional de saúde.

Visão geral

Principais benefícios

Liberação seletiva de GH[1]

Libera GH via GHS-R1a sem elevar ACTH ou cortisol em modelos animais, mesmo acima de 200× a ED50 (Raun 1998).

Perfil farmacocinético humano[2]

Meia-vida terminal de ~2 h e pico de GH ~0,67 h após a dose, medidos em voluntários humanos (Gobburu 1999).

Sinal ósseo pré-clínico[3]

Aumenta o conteúdo mineral ósseo em ratas adultas ao longo de 12 semanas, embora a densidade mineral óssea volumétrica permaneça inalterada (Svensson 2000).

Suporte ao sono (relatado)

Melhora da qualidade do sono é o efeito inicial mais relatado pela comunidade; sem RCT humano de desfecho.

Combina com CJC-1295 (relatado)

Frequentemente estudada com um peptídeo GHRH para amplificar os pulsos de GH; sem RCT humano de sinergia.

Efeitos relatados na literatura — não são garantias de resultado.

Principais evidências

Dois eixos

Resumo por desfecho: a evidência clínica lidera (sinal principal) e a adoção comunitária é secundária e apenas relatada — nunca equivale a certeza clínica.

DesfechoPopulaçãoEvidência clínicaAdoção comunitária
Liberação seletiva de GH (ACTH/cortisol poupados)animalPré-clínicoAmplo
Farmacocinética / farmacodinâmica em humanoshumanoBaixaOcasional
Formação óssea (modelos animais)animalPré-clínicoOcasional
Composição corporal / ganho muscular em adultos saudáveishumanoPré-clínicoAmplo
Ver as evidências em detalhe

O nível reflete quanta literatura existe, não segurança nem eficácia.

Linha do tempo de resultados

Progressão
Semanas 1–2Pico de GH minutos após a dose (base: PK humano, Gobburu 1999); melhora da qualidade do sono é o efeito inicial mais relatado.
Semanas 3–4Relatos de recuperação mais rápida e menor dor pós-treino; possível retenção hídrica leve.
Semanas 5–8Relatos de perda de gordura gradual (região abdominal) e melhora de recuperação; sinal ósseo em roedores nesta janela (Svensson 2000).
Semanas 9–12Janela de pico relatada para composição corporal e sono; alguns relatam retornos decrescentes.
Semanas 13–16 (fora de ciclo)Período de descanso; GH e IGF-1 retornam gradualmente à linha de base.

Prazos relatados na literatura. Não são um cronograma garantido de resposta.

Mecanismo de ação

Alvo → Sinal celular → Efeito sistêmico → O que a literatura relata

1
Alvo
GHS-R1a (receptor de grelina / secretagogo de GH)

Diferentemente dos peptídeos GHRH (como CJC-1295 e sermorelina), a ipamorelina atua pelo receptor de grelina. Por isso as duas classes costumam ser estudadas em combinação: receptores diferentes, sinais complementares.

2
Sinal celular
Ativação de GHS-R1a → pulso de GH

A ativação do receptor de grelina desencadeia a liberação de GH pelos somatotrofos hipofisários. Em modelos animais, a ipamorelina libera GH com potência semelhante à do GHRP-6, porém sem elevar ACTH ou cortisol (Raun 1998).

3
Efeito sistêmico
Pulsos de GH → IGF-1 → recuperação e composição (relatado)

O pulso de GH eleva o IGF-1 hepático, mediador dos efeitos sobre reparo tecidual, lipólise e síntese proteica. A seletividade sobre ACTH/cortisol é associada, nos relatos, a menos efeitos colaterais em uso prolongado.

4
O que a literatura relata
Melhor sono → recuperação → recomposição gradual (relatado)

Relatos da comunidade descrevem melhora do sono, menor desconforto articular e melhoras graduais de composição — efeitos brandos e sem RCT humano de desfecho. Os melhores resultados são relatados em combinação com um peptídeo GHRH.

O que o distingue

A ipamorelina é descrita como um dos GHRPs mais seletivos. GHRP-2 e GHRP-6 também liberam GH pelo receptor de grelina, mas elevam ACTH e cortisol; a ipamorelina, em modelos animais, não (Raun 1998), o que a posiciona como parceira de combinação com peptídeos GHRH.

Mecanismo descrito em estudos; a via em humanos pode não estar confirmada.

Estrutura molecular

SequênciaAib-His-D-2-Nal-D-Phe-Lys-NH₂

Pentapeptídeo com resíduos não padronizados — Aib (posição 1), D-2-Nal e D-Phe (D-aminoácidos) e amidação C-terminal — que conferem seletividade e resistência a proteases.

Fórmula
C38H49N9O5
Massa molecular
~711,9 Da
Tipo de sequência
Modificada
CAS
170851-70-4

Dados estruturais de referência.

Evidências em detalhe

Parcialmente alinhadas
Evidência científica
Baixa

Estudos pré-clínicos + 1 PK/PD humano + 1 RCT humano · apenas pesquisa

Mecanismo bem estabelecido: agonista seletivo de GHS-R1a com pulso de GH "limpo", sem elevar ACTH ou cortisol (Raun 1998). O PK/PD humano confirma meia-vida ~2 h e pico de GH ~0,67 h (Gobburu 1999). O único RCT humano de eficácia concluído (íleo pós-operatório) não atingiu o desfecho primário (Beck 2014); a ipamorelina nunca passou por um ensaio humano de eficácia positivo.[1][2][5]

Dosagem estudada: 100–300 mcg por aplicação (derivado da comunidade); nenhum ensaio clínico estabeleceu frequência ou teto de dose ótimos.
Estudo-chave: Raun 1998 (PMID 9849822): primeiro secretagogo de GH seletivo, sem elevação de ACTH/cortisol mesmo acima de 200× a ED50. Gobburu 1999 (PMID 10496658): PK/PD humano — meia-vida ~2 h e pico de GH ~0,67 h.
Limitações: O único RCT humano concluído (íleo pós-operatório) falhou no desfecho primário — sem indicação clínica aprovada. Todos os dados de dosagem e eficácia de longo prazo são derivados da comunidade. Achados pré-clínicos (osso, gordura) não replicados em humanos.
Experiência da comunidade
Forte

Centenas de relatos no r/Peptides

Considerada um dos GHRPs mais brandos e mais indicados para iniciantes — "GHRP mais limpo": sem picos de cortisol, prolactina ou apetite em comparação a GHRP-2/GHRP-6. Quase sempre combinada com CJC-1295 (sem DAC), raramente usada isolada. Usos principais relatados: otimização de GH, sono, recomposição corporal e recuperação.

Dosagem relatada: 100–300 mcg por aplicação, 1–3×/dia; combinação mais relatada: 200 mcg de ipamorelina + 100 mcg de CJC-1295 (sem DAC), 1–2×/dia.
O que a comunidade relata
  • Sem aumento de cortisol, prolactina ou apetite — perfil de efeitos colaterais mais brando entre os GHRPs.
  • Melhora da qualidade do sono profundo em 1–2 semanas (efeito inicial mais consistente).
  • Recuperação de treino mais rápida por volta das semanas 3–4.
  • Melhora gradual de composição corporal e perda de gordura ao longo de 6–12 semanas.
  • Sem dessensibilização de receptor relatada com uso contínuo (ao contrário da hexarelina).
Queixas comuns
  • Início lento: mudanças visíveis de composição levam 6–12 semanas — descompasso comum de expectativa.
  • Janela de jejum de 2 h antes da aplicação: a adesão é o ponto de falha mais comum.
  • Vermelhidão/irritação leve no local da aplicação (transitória).
  • Cefaleia transitória após a aplicação, que se resolve em horas.
  • Qualidade variável entre fornecedores: rotulagem incorreta de DAC/sem DAC, subdosagem e degradação relatadas.
Parcialmente alinhadas

Ciência e comunidade concordam quanto ao mecanismo (GHS-R1a), à seletividade frente a outros GHRPs, às características do pulso de GH e à meia-vida de ~2 h. A dosagem comunitária de 100–300 mcg por aplicação é coerente com os dados humanos de PK/PD. Divergência central: o único RCT humano de eficácia (íleo pós-operatório) não atingiu o desfecho primário, enquanto a comunidade relata consistentemente benefícios de sono e composição no uso off-label — indicação distinta da que foi testada. A exigência de jejum é mecanicamente plausível (insulina → somatostatina → resposta de GH atenuada).

O nível reflete quanta literatura existe, não segurança nem eficácia.

Desfecho a desfecho: o que a literatura sustenta para o Ipamorelin, com contagem de estudos humanos vs. animais.

Liberação seletiva de GH (ACTH/cortisol poupados)[1]
0 humano(s) · 8 animal(is)Evidência: Pré-clínico
Relatado pela comunidade:amplamente relatado
Ciência e comunidade alinhadas

Ciência e comunidade concordam quanto ao mecanismo (GHS-R1a) e à seletividade sobre ACTH/cortisol. O grau clínico permanece pré-clínico: os dados de seletividade são de ratos e suínos, não de humanos.

Raun 1998 mostrou que a ipamorelina provoca liberação de GH ao estilo GHRP em ratos e suínos sem elevar ACTH ou cortisol, mesmo em doses acima de 200× a ED50 para GH — base mecanística do posicionamento como GHRP "mais limpo". Ressalva de fidelidade: no mesmo estudo, nenhum secretagogo (inclusive GHRP-6/GHRP-2) alterou prolactina, FSH, LH ou TSH; o diferencial de seletividade da ipamorelina é sobre ACTH/cortisol.

Farmacocinética / farmacodinâmica em humanos[2]
1 humano(s) · 0 animal(is)Evidência: Baixa
Relatado pela comunidade:ocasionalmente relatado
Ciência e comunidade alinhadas

Único dado de PK/PD humano; meia-vida ~2 h e pico de GH ~0,67 h estão de acordo com o relato da comunidade de janela de dose curta.

Gobburu 1999 modelou PK/PD em voluntários humanos (8 homens saudáveis por dose, infusões IV): meia-vida terminal de ~2 h, PK dose-proporcional e um único episódio de liberação de GH com pico em ~0,67 h. Não mediu biodisponibilidade subcutânea nem teto de dose.

Formação óssea (modelos animais)[3][4]
0 humano(s) · 2 animal(is)Evidência: Pré-clínico
Relatado pela comunidade:ocasionalmente relatado
Parcialmente alinhadas

Sinal pré-clínico consistente, mas a comunidade que usa ipamorelina para saúde óssea está à frente dos dados: o aumento foi de conteúdo mineral (tamanho ósseo), não de densidade volumétrica, e não há ensaio humano.

Svensson 2000 mostrou aumento de conteúdo mineral ósseo em ratas adultas ao longo de 12 semanas, porém a densidade mineral óssea volumétrica permaneceu inalterada — o ganho decorre do crescimento/dimensão do osso. Andersen 2001 mostrou que a ipamorelina contrapõe a queda de formação óssea induzida por glicocorticoides em ratos (formação periosteal 4× maior). Sem ensaio humano de desfecho ósseo.

Composição corporal / ganho muscular em adultos saudáveis[5]
0 humano(s) · 0 animal(is)Evidência: Pré-clínico
Relatado pela comunidade:amplamente relatado
Divergentes

Divergência central: a comunidade relata consistentemente perda de gordura e recomposição, mas o único RCT humano concluído foi para íleo pós-operatório e não atingiu o desfecho primário (p=0,15). Não há RCT humano de composição corporal.

Apesar do uso comunitário difundido em combinações de CJC-1295 + ipamorelina, não há RCT humano publicado de composição corporal. O único RCT humano de eficácia concluído (Beck 2014) avaliou íleo pós-operatório — indicação distinta — e não atingiu o desfecho primário. As alegações de composição extrapolam de outras literaturas (MK-677, sermorelina, GHRP-6).

Leitura editorial da literatura, não uma revisão sistemática nem parecer clínico.

O que não faz

  • Construção muscular isolada, sem um parceiro GHRH

    A ipamorelina amplifica pulsos de GH; sem sinergia com GHRH a elevação de IGF-1 relatada é transitória. O padrão comunitário é combiná-la.

  • Substituir dieta e treino para mudança de composição corporal

    Não há relatos consistentes de mudança de composição sem o trabalho de estilo de vida em paralelo, e não há RCT humano de composição.

  • Tratar deficiência real de hormônio do crescimento

    Sem aprovação regulatória para deficiência de GH e sem programa de Fase 3; a deficiência de GH requer GH recombinante.

Limites do que a literatura NÃO sustenta — para calibrar expectativas.

Dosagem detalhada

Hormônio do crescimento / Perda de gordura
Dose
300 mcg por aplicação
Frequência
5 dias com, 2 dias sem
Duração
8 semanas com, 8 semanas sem
Via
Subcutânea
Iniciante — otimização de GH / sono
Dose
100 mcg por aplicação
Frequência
1×/dia (antes de dormir)
Duração
12 semanas com, 4 semanas sem
Via
Subcutânea

Tier iniciante relatado pela comunidade; indução e manutenção na mesma dose.

Intermediário — recomposição
Dose
200 mcg por aplicação
Frequência
2×/dia (em jejum)
Duração
8 semanas com, 8 semanas sem
Via
Subcutânea

Tier intermediário relatado pela comunidade.

Avançado — pulso máximo de GH
Dose
300 mcg por aplicação
Frequência
até 3×/dia (em jejum)
Duração
8 semanas com, 8 semanas sem
Via
Subcutânea

Tier avançado relatado pela comunidade; monitorar retenção hídrica e sinais de excesso de GH.

Notas de protocolo Protocolo majoritariamente relatado pela comunidade (sem dose humana estabelecida em ensaio para esta finalidade). Frequentemente combinada com CJC-1295 sem DAC; idealmente em jejum, aproveitando os maiores pulsos naturais de GH. A insulina atenua a resposta de GH, daí o jejum.
Leia o guia de dosagem completo

Faixas descritas na literatura de pesquisa. Não é prescrição — consulte um profissional de saúde.

Efeitos colaterais relatados
  • Cefaleia transitória (relatada)
  • Retenção de líquidos leve (relatada)
  • Rubor facial transitório (relatado)
  • Dados humanos de segurança limitados ao RCT de íleo pós-operatório (bem tolerado, 117 participantes); sem taxas de incidência estabelecidas para o uso off-label
  • Ao contrário de GHRP-2/GHRP-6, não elevou ACTH nem cortisol em modelos animais (Raun 1998)

Efeitos relatados; a ausência de um efeito na lista não implica segurança.

Exames de acompanhamento (referência)

Conteúdo de referência sobre a prática de supervisão clínica de peptídeos do eixo GH — não é instrução de uso individual. Faixas e limiares devem ser interpretados por um prescritor; consulte a orientação profissional e a faixa regulatória nesta página.

ExameQuandoPor quêReferência
IGF-1Basal; reavaliação periódicaMarcador de ativação do eixo GH acompanhado na supervisão clínica.Faixa ajustada por idade
IGFBP-3Basal; reavaliaçãoContextualiza a fração livre de IGF-1 no acompanhamento do eixo GH.Faixa ajustada por idade
Glicemia de jejumBasal; reavaliaçãoO GH antagoniza a ação da insulina; relevante em pré-diabetes/resistência à insulina.Interpretação por prescritor
Tireoide (TSH, fT3)BasalO GH acelera a conversão de T4 em T3; pode desmascarar hipotireoidismo subclínico.Interpretação por prescritor

Referência sobre a prática de supervisão clínica — não é instrução de uso individual. A interpretação de exames e limiares cabe a um prescritor.

Contraindicações e interações (referência)

Contraindicações relatadas
  • Neoplasia ativa ou histórico de câncer (o GH pode favorecer a proliferação celular)
  • Gestação ou amamentação (dados de segurança insuficientes)
  • Diabetes não controlado ou resistência à insulina grave
  • Hipertensão intracraniana ou tumores hipofisários ativos
  • Hipersensibilidade conhecida à ipamorelina ou a excipientes
  • Crianças/adolescentes com placas epifisárias abertas (fora do escopo; risco sem benefício estabelecido)
Interações relatadas
  • GH recombinante (HGH exógeno)O uso concomitante pode levar a níveis suprafisiológicos de GH/IGF-1 e mais efeitos adversos.
  • Glicocorticoides (ex.: prednisona)Podem atenuar a liberação de GH e reduzir a resposta à ipamorelina.
  • InsulinaA elevação de GH pode prejudicar a tolerância à glicose; acompanhamento glicêmico pertence à supervisão clínica.
  • Análogos de somatostatina (ex.: octreotida)Opõem-se diretamente à liberação de GH e tendem a anular o efeito da ipamorelina.

Referência educacional sobre contraindicações e interações relatadas — não substitui a avaliação de um prescritor, que decide sobre o caso individual.

Reconstituição

Vial
10 mg
Água bacteriostática
3 mL de água bacteriostática
Concentração
n/d
Seringa
seringa de insulina de 1 mL (U-100)

Frascos comuns: 10 mg · doses típicas: 300 mcg

Abrir calculadora

Cálculo educacional. A calculadora não substitui orientação profissional.

Armazenamento e manuseio

Pó liofilizado (freezer)
1+ ano · -20 °C
Solução reconstituída (geladeira)
até 4 semanas · 2–8 °C
Pó (muito estável)
  • Freezer (-20 °C): 1+ ano
  • Geladeira (2–8 °C): 1–3 meses
  • Temperatura ambiente: 2–3 semanas (apenas emergência)
Reconstituído (frágil)
  • Refrigerar obrigatoriamente a 2–8 °C
  • Validade máxima de 4 semanas
  • Nunca congelar após a reconstituição
  • Usar água bacteriostática para frascos de multidose

Orientações gerais de manuseio; siga sempre orientação profissional.

Protocolos de combinações populares

1 combinação(ões) frequentemente citadas na literatura de pesquisa em peptídeos. Apenas referência educacional — não é recomendação de uso combinado.

CJC-1295 + Ipamorelin
relatado pela comunidadeHormônio do crescimento / Perda de gordura
CJC-1295 (sem DAC)
Dose
250 mcg
Frasco
5 mg em blend ou frascos separados
Reconstituição
2 ml de água bacteriostática (blend)
Ipamorelin
Dose
250 mcg
Frasco
5 mg em blend ou frascos separados
Reconstituição
2 ml de água bacteriostática (blend)
Horário
Manhã e/ou noite (em jejum)
Frequência
5 dias com, 2 dias sem
Duração
8 semanas com, 8 semanas sem
GHRH (CJC) + GHRP (Ipa) em vias complementares; relatado pela comunidade como maior liberação de GH do que cada um isolado. Sem RCT humano de sinergia.
Combinações a evitar (relatado)
  • GHRP-6Dois GHRPs competem pelo mesmo receptor GHS-R1a sem benefício aditivo documentado; o forte aumento de fome do GHRP-6 anula o perfil "limpo" que motiva a escolha da ipamorelina.
  • GHRP-2Competição no mesmo receptor GHS-R1a sem ganho aditivo; o GHRP-2 acrescenta elevação de cortisol e prolactina que a ipamorelina especificamente evita.
  • CJC-1295 com DACA meia-vida longa do DAC gera estímulo tônico de GH que descasa do mecanismo pulsátil da ipamorelina; prefira a versão sem DAC (Mod GRF 1-29).
  • GH recombinante (HGH exógeno)Combinar um secretagogo com GH exógeno satura o eixo, suprime a pulsatilidade endógena e elimina a própria razão de usar um secretagogo, além de aumentar o risco de excesso de IGF-1.

Combinações citadas na literatura/pesquisa — apenas referência educacional, não recomendação de uso combinado. Sem dosagem humana estabelecida; consulte um profissional de saúde.

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Fontes — literatura citada

Perguntas frequentes

Respostas educacionais; questões de dose e legalidade remetem às seções próprias desta página.

Situação regulatória

WADA
Classificação individual a confirmar contra a Lista Proibida vigente da WADA antes de qualquer uso esportivo (fontes secundárias sugerem a categoria de fatores liberadores de GH).
ANVISA
Sem registro na ANVISA para uso humano; disponível apenas para fins de pesquisa.

+21Conteúdo exclusivamente educacional.Não vendemos nem intermediamos a compra de substâncias — e as informações não substituem orientação profissional.